metodologia
Como o Aprum calcula, e onde ele para.
Esta é a documentação para auditar o produto: como cada número é apurado, de onde vem cada regra, e o que o motor declaradamente não faz. Está em três partes porque responde a três perguntas diferentes.
A operação do mês
Como o Aprum fecha uma competência?
- A cadeia: notas, declaração, DAS, banco, revisão
- Receita bruta: o que entra e o que fica de fora
- RBT12 e suas três origens
- A conferência do DAS contra a tabela do anexo
- Fator R: a razão é calculada, o enquadramento é seu
- Limite do ano e sublimite
- Taxas municipais, que o DAS não cobre
- Espelho da NFS-e e campos da reforma
A decisão do regime
Vale optar pelo híbrido em 2027?
- Os dois regimes lado a lado, ano a ano
- O cronograma da transição até 2033
- Datas e prazos do rito
- Por que três alíquotas, e não uma
- Como o indicativo é decidido
Procedência e limites
Posso confiar, e até onde?
- Definitivo, provisório e estimado
- Cada número com lei, artigo, versão e checksum
- As simplificações da versão 1, declaradas
- Versionamento e rastreabilidade
O Aprum compara fontes independentes e aponta onde elas divergem. Ele nunca diz que um número está correto: diz quais fontes bateram, dentro de que tolerância, e com que base legal. A revisão e a assinatura continuam sendo do contador.
Por isso cada regra aqui traz o artigo que a sustenta, cada tabela traz versão e checksum, e o que ainda não passou por revisão de profissional habilitado aparece marcado como provisório em todo lugar onde é usado.
As simplificações declaradas são a parte mais importante desta documentação. São o que o motor não faz, escrito antes de alguém perguntar.